Depois do acontecido nesta tarde cinzenta e chuvosa de Porto Alegre, apareço para dizer que ao menos uma coisa me contenta. Excluindo da minha lembrança, apesar de um bom jogo, a desilusão que trajava nuances tricolores e era liderada por seu comandante “cabeça de melão”. O fato é que pelo menos um gremista calou o Beira-Rio, e isso na semana do centenário colorado. Verdadeiramente não estou falando do tcheco, que fez o gol de pênalti no primeiro tempo. Não consegue lembrar ninguém que tenha feito isso depois do Pedro Júnior? Pois eu falo, Renato Borghetti é o nome da fera.
Esse grande expoente da música gaúcha. Foi ele o responsável por dar os acordes do hino brasileiro, no último jogo da seleção. Jogo esse que aconteceu na última quarta-feira no estádio Beira-Rio. Renato Borghetti, mais conhecido como Borghettinho toca acordeom, um tipo de gaita-ponto. Apesar do estádio não ter chego nem perto de sua lotação, ele foi silenciado pelo gremista. Que com seu instrumento fez arrepiar a claque presente no estádio e a que assistia pela televisão. Recebendo ao fim do hino, elogios até mesmo do nosso “querido” Galvão Bueno.
Mas pra não dizer que não falei de flores,
parabenizo mais uma vez, e no mesmo final de semana, os colorados. Apesar do Grêmio ter perdido, novamente, chances claras de gol. Como até mesmo citou o amigo, colorado, Branco. A vitória, sim, é o mais importante e GRENAL sempre é equilibrado (tirando alguns poucos episódios). Vitória, essa, merecida e que ajudou a mostrar a falta de atitude do time tricolor. O time, comandado por Celso Roth (vulgo cabeça de melão), perdeu totalmente a identidade. Nosso time não tem mais a cara que tinha. A raça e garra que eram marca da equipe, e faziam tremer adversários pelo mundo, se transformou em violência. E hoje o time do Grêmio se mostrou sarrafeiro, distribuindo pauladas para todos os lados. Em meio ao jogo cheguei a perpetrar esse comentário, “ a chance do time do Grêmio dar certo é jogar rugby”. Mas realmente venho a concordar com meu grande amigo Fagner, não falta time, falta organização.
Para finalizar, acho que ainda podemos ver um ponto positivo em meio a tudo isso. O caso, é que não há mais pretextos. Acabou as desculpas da direção, jogando a responsabilidade em um tal planejamento, acabou a reclamação sobre a proximidade dos jogos (pelo menos até o brasileiro) e acabou as desonras do Celso sobre o Gauchão. Ah, isso é outra coisa bacana que gostaria de deixar registrado. Tirando a Copa Sul, que nem mais existe, o treinador Celso Roth, só ganhou campeonatos regionais, até hoje. De onde ele tirou todo esse ódio? Bom, o que posso dizer em primeira mão, pós jogo, é que ainda não foi hoje, ele permanece no comando.
Esse grande expoente da música gaúcha. Foi ele o responsável por dar os acordes do hino brasileiro, no último jogo da seleção. Jogo esse que aconteceu na última quarta-feira no estádio Beira-Rio. Renato Borghetti, mais conhecido como Borghettinho toca acordeom, um tipo de gaita-ponto. Apesar do estádio não ter chego nem perto de sua lotação, ele foi silenciado pelo gremista. Que com seu instrumento fez arrepiar a claque presente no estádio e a que assistia pela televisão. Recebendo ao fim do hino, elogios até mesmo do nosso “querido” Galvão Bueno.Mas pra não dizer que não falei de flores,
parabenizo mais uma vez, e no mesmo final de semana, os colorados. Apesar do Grêmio ter perdido, novamente, chances claras de gol. Como até mesmo citou o amigo, colorado, Branco. A vitória, sim, é o mais importante e GRENAL sempre é equilibrado (tirando alguns poucos episódios). Vitória, essa, merecida e que ajudou a mostrar a falta de atitude do time tricolor. O time, comandado por Celso Roth (vulgo cabeça de melão), perdeu totalmente a identidade. Nosso time não tem mais a cara que tinha. A raça e garra que eram marca da equipe, e faziam tremer adversários pelo mundo, se transformou em violência. E hoje o time do Grêmio se mostrou sarrafeiro, distribuindo pauladas para todos os lados. Em meio ao jogo cheguei a perpetrar esse comentário, “ a chance do time do Grêmio dar certo é jogar rugby”. Mas realmente venho a concordar com meu grande amigo Fagner, não falta time, falta organização.Para finalizar, acho que ainda podemos ver um ponto positivo em meio a tudo isso. O caso, é que não há mais pretextos. Acabou as desculpas da direção, jogando a responsabilidade em um tal planejamento, acabou a reclamação sobre a proximidade dos jogos (pelo menos até o brasileiro) e acabou as desonras do Celso sobre o Gauchão. Ah, isso é outra coisa bacana que gostaria de deixar registrado. Tirando a Copa Sul, que nem mais existe, o treinador Celso Roth, só ganhou campeonatos regionais, até hoje. De onde ele tirou todo esse ódio? Bom, o que posso dizer em primeira mão, pós jogo, é que ainda não foi hoje, ele permanece no comando.
1 comentários:
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